segunda-feira, 27 de janeiro de 2020


75 anos da libertação de Auschwitz

Exibição do filme: “O rapaz do pijama às riscas”



Biblioteca Escolar Valter Hugo Mãe
10.35h e às 14.25h




Libertação de Auschwitz: 
como o campo de extermínio se tornou o centro do Holocausto nazi

 

Em 27 de janeiro de 1945, tropas soviéticas entraram cautelosamente em Auschwitz.
Primo Levi, um dos mais famosos sobreviventes, estava deitado em uma tenda médica com escarlatina quando os libertadores chegaram ao campo de extermínio nazi, na Polónia.



(Pesquisa na tua Biblioteca Escolar)




Soldados lançavam "olhares estranhamente desconcertados aos corpos espalhados, às cabanas surradas e aos poucos de nós ainda vivos", escreveria mais tarde Levi, judeu italiano que relatou o período em que passou ali em É Isto Um Homem? (1947).
"Eles não nos cumprimentaram ou mesmo sorriram. Pareciam oprimidos não apenas pela compaixão, mas pelo sentimento de culpa de que tal crime pudesse existir."
"Nós vimos pessoas magras, torturadas, exaustas", descreveu o soldado soviético Ivan Martynushkin sobre a libertação do campo de extermínio. "Podíamos ver por seus olhares que estavam felizes de serem salvos daquele inferno."

O Protocolo de Auschwitz: 

a fuga que revelou ao mundo os horrores do campo de extermínio

Em abril de 1944, pouco mais de um ano antes do fim da Segunda Guerra Mundial, dois prisioneiros se esconderam perto da cerca elétrica do campo de extermínio de Auschwitz, na Polónia.
Era quase impossível escapar de lá. Muitos tentaram, mas foram capturados, torturados e assassinados.
Rudolf Vrba e Alfred Wetzler conseguiram, no entanto, passar despercebidos pela SS, braço paramilitar do partido nazista alemão, ao se esconderem entre troncos de árvores e cercarem a área com tabaco encharcado em gasolina para evitar que fossem farejados pelos cães.


Eles ficaram ali por três dias, até que os guardas se cansaram de procurá-los e, em 10 de abril de 1944, escaparam para alertar o mundo que o campo de Auschwitz-Birkenau era uma máquina de matar do nazismo.

5 atos de bondade que mudaram a história


Os conselhos de "Luz" Long ajudaram Jesse Owens a conseguir um de seus ouros olímpicos.

Frequentemente, temos a impressão que os livros de história estão cheios de políticos desonestos, nações em guerra ou conspirações de assassinos.
Mas a verdade é que a história também está cheia de exemplos de bondade e gentileza que mudaram vidas, desde a carta que salvou a escritora Jane Austen até o homem que ajudou o atleta americano Jesse Owens a conquistar uma medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936.
Atos como estes são celebrados pela humanidade numa data especial: o 13 de novembro, 
Dia Mundial da Gentileza.




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