75 anos da libertação de Auschwitz
Exibição do filme: “O rapaz do pijama às riscas”
Biblioteca Escolar Valter Hugo Mãe
10.35h e às 14.25h
Libertação de Auschwitz:
como o campo de
extermínio se tornou o centro do Holocausto nazi
Em 27 de janeiro de 1945, tropas soviéticas entraram cautelosamente em
Auschwitz.
Primo Levi, um dos mais famosos sobreviventes, estava deitado em uma tenda
médica com escarlatina quando os libertadores chegaram ao campo de extermínio
nazi, na Polónia.
(Pesquisa na tua Biblioteca Escolar)
Soldados lançavam "olhares
estranhamente desconcertados aos corpos espalhados, às cabanas surradas e aos
poucos de nós ainda vivos", escreveria mais tarde Levi, judeu italiano que
relatou o período em que passou ali em É Isto Um Homem? (1947).
"Eles não nos
cumprimentaram ou mesmo sorriram. Pareciam oprimidos não apenas pela compaixão,
mas pelo sentimento de culpa de que tal crime pudesse existir."
"Nós vimos pessoas
magras, torturadas, exaustas", descreveu o soldado soviético
Ivan Martynushkin sobre a libertação do campo de extermínio. "Podíamos ver por seus olhares que
estavam felizes de serem salvos daquele inferno."
O Protocolo de Auschwitz:
a fuga que
revelou ao mundo os horrores do campo de extermínio
Em abril de 1944, pouco mais de um ano
antes do fim da Segunda Guerra Mundial, dois prisioneiros se esconderam perto
da cerca elétrica do campo de extermínio de Auschwitz, na Polónia.
Era quase impossível escapar de lá.
Muitos tentaram, mas foram capturados, torturados e assassinados.
Rudolf Vrba e Alfred Wetzler
conseguiram, no entanto, passar despercebidos pela SS, braço paramilitar do
partido nazista alemão, ao se esconderem entre troncos de árvores e cercarem a
área com tabaco encharcado em gasolina para evitar que fossem farejados pelos
cães.
Eles ficaram ali por três dias, até que
os guardas se cansaram de procurá-los e, em 10 de abril de 1944, escaparam para
alertar o mundo que o campo de Auschwitz-Birkenau era uma máquina de matar do
nazismo.
5 atos de bondade que mudaram a
história
Os conselhos de "Luz" Long ajudaram Jesse Owens a
conseguir um de seus ouros olímpicos.
Frequentemente, temos a impressão que os
livros de história estão cheios de políticos desonestos, nações em guerra ou
conspirações de assassinos.
Mas a verdade é que a história
também está cheia de exemplos de bondade e gentileza que mudaram vidas, desde a
carta que salvou a escritora Jane Austen até o homem que ajudou o atleta americano Jesse Owens a conquistar uma
medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936.
Atos como estes são celebrados pela
humanidade numa data especial: o 13 de novembro,
Dia Mundial da Gentileza.






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