(Atividade adaptada de Os media e a crise dos refugiados)
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No âmbito do programa de Formação para a Cidadania, os alunos do 7.ºC, orientados pela biblioteca escolar e pelo seu Diretor de Turma Paulo Sarmento, têm conhecido melhor a crise dos refugiados que também lhes diz respeito e, a par do conhecimento do mundo à sua volta, desenvolveram competências de literacia dos media e digitais.
Adaptando a sugestão de Teresa Pombo, disponibilizada na agenda Os media e a crise dos refugiados, os alunos leram notícias de jornais, visualizaram vídeos e visitaram páginas de organizações internacionais empenhadas no apoio àqueles que deixaram tudo e buscam apenas o lugar da paz.
Com recurso à ferramenta da WebGoogle Tour Builder, cada grupo de trabalho selecionou países que acolhem refugiados e associou a cada local no mapa notícias, imagens e vídeos.
A fase seguinte será a de apresentação dos trabalhos realizados aos seus colegas.
A biblioteca escolar tem vindo a desenvolver atividades de articulação curricular com a disciplina de Formação para a Cidadania, concretizando as temáticas e atividades previstas no programa a implementar nestas aulas de oferta complementar.
No âmbito do tema Educação para os valores, e com o objetivo de promover nos alunos o respeito mútuo e o respeito pela Natureza, os alunos do 5.ºD, orientados pela biblioteca escolar e pela diretora de turma Isabel Lemos, prepararam a leitura de A árvore generosa, da Editora Bruaá, e, emprestando as suas vozes às palavras de Shel Silverstein, criaram um audiobook destinado aos alunos da Educação Especial da nossa escola.
O resultado do trabalho realizado poderá ser visualizado ou apenas ouvido, nos formatos aqui apresentados:
(Atividade adaptada de Os media e a crise dos refugiados)
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O teu Diretor de Turma e a biblioteca escolar propõem-te que conheças melhor a crise dos refugiados, tão discutida no nosso país e no mundo. Pretende-se que, após a leitura de textos dos media que podes encontrar na página de Recursos Educativos Digitais do blogue da biblioteca escolar (aqui), identifiques os principais países que acolheram refugiados sírios até à data. Depois, recorrendo à ferramenta da Web Google Tour Builder, construirás um percurso no mapa que dará a conhecer os países que acolhem estes migrantes e a forma como os têm ajudado. Os trabalhos serão realizados em grupo.
Para que possas realizar esta atividade, segue as orientações:
1. Lê o artigo da autoria da Professora Isaura Maia, publicado na 4.ª edição do Jornal do Frei.
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2. Na página de Recursos Educativos Digitais do blogue da biblioteca escolar, procura a palavra-chave "Refugiados":
a) lê as notícias disponibilizadas;
b) regista os nomes dos países referidos nessas notícias e que acolheram refugiados.
3. Explora a ferramenta Google Tour Builder, após a explicação da professora bibliotecária e da análise do tutorial diponibilizado no manual Os media e a crise dos refugiados, proposto pela Rede de Bibliotecas Escolares (aqui).
4.Com a conta gmail atribuída ao teu grupo, inicia a criação da tua viagem:
a) as viagens terão de iniciar-se na Síria;
b) cada localização (país) terá de conter pelo menos uma imagem e um vídeo inseridos através de url;
c)a descrição deverá apresentar o nome do país, o nome do primeiro ministro, o número médio de refugiados recebidos, o link para uma notícia sobre a situação dos refugiados nesse país.
5. A percurso criado ficará guardado e poderá ser editado até ser concluído.
6. Os trabalhos, depois de concluídos, serão apresentados à turma e divulgados no blogue da biblioteca escolar.
Durante os meses de novembro e de dezembro de 2015, no âmbito da aplicação do referencial Aprender com a biblioteca escolar e do Programa de Formação para a Cidadania (oferta de escola), os alunos do 7.ºF, sob orientação do professor Nuno Gonçalves e da biblioteca escolar, refletiram sobre a temática dos Direitos Humanos e sobre a Declaração Universal. Realizaram pesquisas orientadas, recorrendo à página de Recursos Educativos Digitais do blogue da biblioteca, que resultaram na criação de filmes biográficos de personalidades marcantes na defesa dos direitos humanos e que do seu desrespeito foram vítimas.
Nos dias 5 e 12de novembro e 17 de dezembro, os alunos do 8.ºB realizaram sessões de pesquisa de informação, no âmbito da disciplina de Ciências Naturais, em articulação com a biblioteca escolar. Obedecendo ao tema proposto pela sua professora Fátima Pinheiro - Biomas /Grandes Ecossistemas Terrestres - os alunos seguiram as etapas do guião de pesquisa Big6 e concretizaram as apresentações que aqui apresentamos. O trabalho, planificado pela professora bibliotecária e pela docente da área disciplinar, seguiu, passo a passo, as orientações fornecidas(aqui).
Durante o mês de outubro, os alunos do 7.ºI dedicaram a sua leitura aos jornais e às revistas, em formato de papel ou em formato digital, disponíveis na biblioteca escolar. As orientações (aqui) foram fornecidas a cada aluno e todos puderam selecionar a notícia ou o artigo com o qual mais de identificaram.
Depois de redigirem o comentário à notícia/artigo, nas aulas de Português, sob orientação da professora Ana Campos, os alunos, na biblioteca escolar, experimentaram a ferramenta da Web 2.0VOKIe assim se fizeram ouvir as suas palavras.
Em mensagens seguintes publicaremos o resultado das leituras realizadas.
No âmbito da aplicação do Referencial Aprender com a biblioteca escolar, deu-se início ao Clube de Leitura - Leituras reais, partilhas virtuais, que pretende desenvolver a literacia da leitura, promovendo hábitos de leitura regular, de escrita e, ao mesmo tempo, a utilização ativa das tecnologias.
Em parceria com a professora Ana Campos e os seus alunos do7.ºI, surge a primeira sessão, na qual os alunos realizaram a audição do poema "Tive um sonho", de Hugo Santos, na voz de José-António Moreira, e foram convidados, em contexto de sala de aula, a escreverem sobre a sua escola ideal. Os alunos conheceram a ferramenta da WebPadlet e no mural criado publicaram os seus textos que serão, posteriormente, comentados.
Aqui deixamos o texto de partida e os textos de chegada. Com certeza apenas o início de uma viagem pelo mundo da leitura.
Tive um sonho: Uma escola aberta, voltada para a luz dos astros, com uma vozinha a inquirir-me do fundo da sala: «Eh, professor, tu sabes isto?». E eu a dizer que não e a esperar que me ensinem.
Tive um sonho: uma escola sem horários, aberta de manhã à noite, com paredes forradas de pássaros e de sonhos, e com bolas de sabão voando por dentro do coração das palavras e dos números.
Tive um sonho: uma escola sem planos, sem fichas, sem esboços, com a vida sentada a nosso lado, a ensinar-nos as canções de todas as infâncias e a mostrar-nos por onde passam os rios de todas as memórias.
Tive um sonho: uma escola com o chão atapetado de música, para que nos passos ressoem os acordes dos assombramentos.
Tive um sonho: uma escola dentro dum oceano, para que todos pudéssemos ser pescadores de pérolas e utopias.
Tive um sonho: uma escola debruçada para o país que somos e para o país que temos, para que professores e alunos aprendam todos os dias onde descansam os vales, vigiam as serras e o coração das coisas adormece no justo lugar em que as palavras e as emoções se confundem.
Tive um sonho: uma escola com uma floresta crescendo por dentro das salas, alcatifada de nenúfares, com a luz a bater nas folhas das palavras e os frutos crescendo nas pequenas mãos entreabertas.
Tive um sonho: uma escola que diga: «Aqui é a tua casa. Entra». E, ao entrar nos apercebamos de que aquela é a nossa casa e que, para lá dela, todas as outras casas nos pertencem.
Tive um sonho: uma escola onde o olhar saiba adormecer serenamente como os silêncios e não seja precisa a voz para proclamarmos a festa de estarmos.
Tive um sonho: uma escola onde ensinar e aprender sejam sinónimos e não se saiba nunca o suficiente para nos congratularmos com o êxtase da sabedoria.
Tive um sonho: uma escola, um álamo, um rouxinol anunciando as albas e os crepúsculos. E nós a garatujarmos em papel transparente o coral duma lágrima de emoção inesperadamente sobrevinda.
Tive um sonho: e por dentro do sonho uma casa, uma escola, um regato de peixes prateados. E o Sol, grande, de mil cores, dos desenhos das crianças a pousar-nos nas mãos enternecidas.