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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019
segunda-feira, 10 de dezembro de 2018
quinta-feira, 13 de setembro de 2018
terça-feira, 10 de julho de 2018
sexta-feira, 1 de junho de 2018
terça-feira, 1 de maio de 2018
terça-feira, 24 de abril de 2018
25 de abril, SEMPRE, ALWAYS, IMMER, TOUJOURS, SIEMPRE, ...
"Era uma vez um menino de seu nome Portugal. Era um menino baixinho pouco mais do que magrinho que vivia à beira mar. Mandavam nesse menino homens de sisudo ar; o maior de todos eles tinha um nome: Salazar.
Era este o braço de outros que obrigavam o menino a não mais do que trabalhar. E que nem sequer lhe davam - "Estudar faz mal aos olhos!" - tempo de na escola andar. (...)
Mas Portugal ia olhando à sua volta e pensando: "Por que são livres as árvores, nuvens que cruzam o céu, peixes que cortam as águas e outros tantos que não eu?" (...)
Mas havia nessa terra estendida à beira mar, e onde todos tinham medo, muito medo de falar, mil ouvidos que ouviam, mil olhos que tudo viam, homens que todos temiam e que sem ninguém dar conta já pela noite levavam para uma prisão escura o menino Portugal. (...)
Falando com seus amigos e enfrentando muitos perigos fizeram greves, protestos, foram p'rà (sic) rua com gestos de homens e mulheres crescidos. Vieram guardas, polícias - não os que agarram ladrões e cuidam da segurança, mas outros que tudo viam, tudo ouviam, e prendiam quem não silenciasse a voz. E bateram e levaram, torturaram e mataram muitos dos que já diziam: "Vejam bem: não estamos sós!"
in ROMANCE do 25 de ABRIL de João Pedro Mésseder
Centro de Documentação 25 de Abril - Universidade de Coimbra
segunda-feira, 23 de abril de 2018
Dia Mundial do Livro
"O Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor foi instituído pela UNESCO em novembro de 1995, procurando fomentar o gosto pela leitura e, simultaneamente, respeitar a obra daqueles que, pela escrita, têm contribuído para o progresso social e cultural da Humanidade.
Qual a razão para se optar pelo dia 23 de abril? Publicam-se livros todos os dias ...
Por coincidência, nesta data nasceu e morreu William Shakespeare, deixou-nos Cervantes e numerosos escritores famosos vieram ao mundo ou faleceram.
Mas já antes a Catalunha instituíra um Dia Internacional do Livro, festejado a 5 de abril, em que, tradicionalmente, se ofereciam livros e rosas aos amigos. O hábito gentil de associar o livro a uma flor nesta celebração foi adotado em vários países e ainda perdura.
Hoje, o Dia Mundial do Livro celebra-se em todo o planeta das mais diversas formas.
Mas gostaria de me concentrar na grande importância dos livros para os mais novos e, muito particularmente, para os meninos do jardim de infância que, sem saberem ler, têm por eles um amor e um fascínio que excedem, muitas vezes, os das crianças mais velhas.
O livro contado por uma educadora, por um familiar ganha uma carga afetiva e íntima.
Ele revela-se a grande porta para a descoberta consciente da língua, que é, afinal, como dizia Fernando Pessoa, a nossa pátria. No livro, a língua se faz arte, explorando a beleza das palavras, os ritmos, por vezes as rimas.
Ele ensina ou faz a imaginação voar. Brinca com o humor. Expõe situações paradigmáticas que preparam para a vida. Com ele vivem-se aventuras que de outra forma não eram possíveis.
Folhear um livro, um álbum ilustrado, constitui também uma incursão nas artes visuais, no mundo das formas, das cores, das sensações. Algumas obras destinadas a estes pequenos utentes nem sequer têm texto, vivem exclusivamente da ilustração, e isso lhes basta.
Caras educadoras, leiam, leiam e debrucem-se sobre as páginas com os vossos alunos. Levem-nos a recontar, a continuar as histórias. Façam-nos memorizar lengalengas, trava-línguas, poemas e canções. Dramatizem enredos, encham as paredes de desenhos que os meninos fizeram após a vossa leitura, e o livro deixará de ser apenas um conjunto de páginas unidas por uma capa e fará parte das crianças, da aula, da escola. Não terá limites."
"Não há amigo tão leal quanto um livro."
Ernest Hemingway
sexta-feira, 24 de abril de 2015
quinta-feira, 23 de abril de 2015
Dia mundial do livro e dos direitos de autor 2015
No dia 23 de abril, Dia mundial do livro e dos direitos de autor, proclamado pela Unesco em 1996, a nossa biblioteca recebe, uma vez mais, Jorge Basílio com a sua mais recente obra O enigma de garum. A história local, concretamente a presença dos romanos na cidade da Póvoa de Varzim, constitui o tema central deste livro que permite ao leitor embrenhar-se no quotidiano do império romano, envolvendo-se com personagens ficcionadas, mas podendo, também, conhecer melhor esta época clássica. Os alunos do 7.ºB e do 7.ºE, acompanhados dos docentes Armanda Ribeiro, Pedro Lino e Conceição Silva, terão a oportunidade de conhecer o processo de criação desta obra que, também, já leram nas aulas.
Ao longo do dia, realizar-se-ão sessões dos módulos III e IV do projeto Newton gostava de ler!, uma sempre excelente forma de celebrar a leitura.
As Bibliotecas Escolares do 1.º ciclo/pré-escolar do Agrupamento levarão a cabo a iniciativa Feira de Leituras, promovida e coordenada pelas professoras bibliotecárias Celeste Carneiro e Idalina Silva, que celebrará o livro com um momento de leituras coletivo no parque João Paulo II e que envolverá alunos, docentes e assistentes operacionais destes níveis de ensino/educação, Encarregados de Educação e comunidades educativa e local.
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
Exposição - Dia Mundial da Alimentação
Foram em grande número e de grande qualidade os trabalhos realizados pelos alunos no âmbito das comemorações do Dia Mundial da Alimentação. O desafio lançado pela equipa coordenadora do Projeto Educação para a Saúde e pelos professores de Ciências Naturais foi aceite com entusiasmo e todos estão de parabéns. Durante o período em que decorreu a exposição no espaço da Biblioteca Escolar, os alunos puderam visionar filmes e consultar documentos sobre as temáticas em destaque.
As equipas PES e BE
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
Dia Mundial da Alimentação 2014
No Dia Mundial da Alimentação, a equipa do Projeto Educação para a Saúde (PES) convida a comunidade educativa a visitar a exposição de trabalhos realizados por alunos, patente no espaço da Biblioteca Escolar.
Na Biblioteca encontrarão documentos sobre as temáticas em discussão neste dia, nomeadamente a fome e a segurança alimentar. Poderão, ainda, visionar o filme documentário Super Size Me, realizado e protagonizado por Morgan Spurlok. Aqui deixamos o trailer.
Vejam, também, os recursos multimédia disponibilizados pela equipa coordenadora do PES:
As equipas PES e BE
segunda-feira, 28 de julho de 2014
Portugal e a I Guerra Mundial - Evocação do Centenário da Grande Guerra 14-18
Mais informações no site institucional das evocações desenvolvido para a Comissão Coordenadora das Evocações do Centenário da I Guerra Mundial.
terça-feira, 29 de abril de 2014
"Capitães de Abril"
No âmbito das comemorações dos 40 anos do 25 de Abril, os alunos têm assistido ao visionamento do filme ""Capitães de Abril", de Maria de Medeiros.
quarta-feira, 23 de abril de 2014
sexta-feira, 21 de março de 2014
Dia Mundial da Poesia
Pergunto ao vento que passa
e o vento cala a desgraça
o vento nada me diz.
Pergunto aos rios que levam
tanto sonho à flor das águas
e os rios não me sossegam
levam sonhos deixam mágoas.
Levam sonhos deixam mágoas
ai rios do meu país
minha pátria à flor das águas
para onde vais? Ninguém diz.
Se o verde trevo desfolhas
pede notícias e diz
ao trevo de quatro folhas
que morro por meu país.
Pergunto à gente que passa
por que vai de olhos no chão.
quem vive na servidão.
Vi florir os verdes ramos
direitos e ao céu voltados.
E a quem gosta de ter amos
vi sempre os ombros curvados.
E o vento não me diz nada
ninguém diz nada de novo.
Vi minha pátria pregada
nos braços em cruz do povo.
Vi minha pátria na margem
dos rios que vão pró mar
mas tem sempre de ficar.
Vi navios a partir
(minha pátria à flor das águas)
vi minha pátria florir
(verdes folhas verdes mágoas).
Há quem te queira ignorada
e fale pátria em teu nome.
Eu vi-te crucificada
nos braços negros da fome.
E o vento não me diz nada
só o silêncio persiste.
Vi minha pátria parada
Ninguém diz nada de novo
se notícias vou pedindo
nas mãos vazias do povo
vi minha pátria florindo.
E a noite cresce por dentro
dos homens do meu país.
Peço notícias ao vento
e o vento nada me diz.
Mas há sempre uma candeia
dentro da própria desgraça
há sempre alguém que semeia
canções no vento que passa.
Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz não.
Manuel Alegre
Manuel Alegre (Trova ao vento que passa)
sexta-feira, 14 de março de 2014
segunda-feira, 3 de março de 2014
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
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